e no meio da calma…

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Não achava que ao término de uma relação tão densa – e bela – fosse estar tão calma. Tive lapsos, recaídas, choros noturnos e diurnos, mas diferentemente das outras vidas que vivi, nessa, com ele, me dei ao luxo de ver o amor nascer e morrer, início, meio e fim. Das jornadas sempre temi o desfecho. Sempre imaginei que não saberia o que fazer com as mãos, com os dias todos, se não o tivesse ao lado. E estranhamente, eu sei que tudo segue. Amigos novos, novos mundos, passeios, trabalhos, e do nada, novas pessoas chegando à minha estrada. O estranho desta coisa toda é minha iminente falta de pressa por recomeçar. Quero a qualidade que só posso ter comigo mesma. . .

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