Eu, eu mesma e elas…

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E entre uma cerveja e outra, no meu caso, uma coca cola e outra, ouvi algo como “seja você mesma”. Complicado. Em um mundo onde não sabemos nem sequer se não somos mais que cópias da família que temos, como ser original? Pensando nisso fui me despindo de todas as vestes impostas e até mesmo aquelas que ainda não percebera que foram dadas e assimiladas sem nenhum senso crítico. Tirei de mim a família, a igreja, a escola, os palcos e a dança, o rpg, as festas, a universidade, a internet e sabe o que sobrou? NADA. Tentei de novo, achei que havia me perdido em algum desses trajes emprestados e o resultado não foi diferente, mais NADA. Então, afinal, o que nos torna seres únicos? Simples, o tudo. Raramente vai haver alguma Vanessa Prux Ayala Medeiros , tattooada, baixinha, complexada, estudante de relações públicas e essencialmente nerd vagando por ai. Cada conjunto de escolhas nos torna seres fantásticos. Temos milhões de caminhos, livros, mundos e o labirinto criado pelo próprio ato de caminhar é a tão sonhada unidade. Não posso me despir de tudo que me forma e pela primeira vez isso parece maravilhoso. =D

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