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Sufoco de ansiedade. Sou doente e não quero ser. Dizem por ai que eu não deveria tomar tanto remédio, nem ser tão exigente, nem olhar tantas vezes as falhas que tenho para não me frustrar. Ainda assim, não gosto de esquecer os defeitos, as lacunas, as clausuras em que inevitavelmente a vida vai e costuma me colocar. Prefiro a Vanessa que chora àquela que não sente. A que vibra e pule e dança e grita, agita tudo, enlouquece e se liberta sempre, à Vanessa inerte, morna. Gosto de sentir a vida em mim, mesmo doendo tanto essa realidade. Talvez minha percepção de mundo nunca venha a ser a que os outros costumam ter e pela primeira vez na vida, tanto faz. Carregar minhas próprias cruzes já é o suficiente, credo. Chega de necessitar aprovação da maioria, aceitação – que hipocrisia -, nem eu aceito tudo. Mania tola de querer ser perfeita. Estou muito mais delineada, não redonda. Empolgada, não louca. Feliz, não ansiosa. Com sono, não atordoada. Cansada, não triste. Bonita, não feia, nem perfeita.

Talvez comece por aqui.

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