Lilo

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Está frio aqui, parece que o inverno está se agarrando aos seus últimos dias com toda força que pode.Apesar de detestar parecer uma cebola com tantos casacos, mantas, gorros e luvas, entendo o comportamento dessa estação. Quem gosta de partir? Acho que ninguém, mesmo sendo imprecindível ter de se despedir. É natural  só nos darmos conta que chegamos na reta final, 30 ou 50 metros antes..e depois de milhas e milhas, voltar atrás não parece coerente.Essa hora é aquela que você deve dar tudo de si e não olhar pra traz, encher-se apenas da brisa do futuro, dos sentimentos que fatalmente virão, do novo.Mudar sempre é bom.Sempre existem perdas no caminho, mas alguma vez será que já paraste pra pensar que muitas das nossas bagagens já não servem mais pra nada? Por exemplo, uma mágoa antiga de um irmão que roubou um brinquedo, aquele preferido, ou da mãe que sempre parecia tão ausente e que na verdade, era tão presente que se virada em trinta para poder sobreviver e dar-lhe uma boa vida? Ontem, conversando e remoendo fatos com um amigo, ouvi algo que me chamou atenção: “lembra de mim pelas coisas boas”.Na verdade, deveria ser simples assim.Se dos bons atos temos mais que o dobro dos maus, por que não satisfazer-se do que resta de alegre e vivo, sem maiores complicações? Não sei bem. Mulheres, como dizem, enrolam demais as coisas, que eu consiga agora aprender no campo a simplicidade de ser um homem, não tão literalmente, né? XD

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