A história da flor e do cactus…

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Sinto-me limpa. Levantei a apenas 1h, ainda meio bêbada do álcool que não ingeri e estou com aquela gostosa sensação de leveza que só as frustrações e as superações conseguem traduzir. O céu está chuvoso, mas nem ligo, vou lavar roupa. Delas, espero apenas que um dia sequem, se não secarem, saio nua. Brincadeira. Não me sinto tão livre assim, mas estou esperando o óbvio: que depois de lavadas, penduradas e deixadas em repouso, voltem ao seu estado natural. Nada mais justo, no entanto, não espere demais, ela não vai lhe dar um presente ou ser passada automaticamente, essa é a parte em que ela precisa de você e do ferro. É somente pretender o que é passível de retorno, nem mais, nem menos. Se é função da geladeira, gelar, não peça ao fogão, por mais boa vontade que ele tenha, vai no máximo aquecer pouco. É como pedir flor a um cactus, quem sabe uma vez por ano ele lhe atenda? Das pessoas, não deveria ser diferente.É tudo lógico, apesar do coração descompassar vez que outra.Errar é humano e nada mais humano que se apaixonar. Mesmo assim cuidado com os pedidos, vai que você esteja querendo da máquina de lavar que ela exiba o noticiário. o.o”

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